domingo, 21 de junho de 2009

O que é filosofar?

Os conceitos de filosofar



Nunca se conforme com as estruturas existentes como se fosse as únicas possíveis.





Antigamente as pessoas acreditavam que filosofar simplesmente significava pensar, mas será que é só isso?

Hoje em dia sabe-se que filosofar significa bem mais que isso, e pode se encaixar e três significados.


-Sinônimo de PENSAR
As vezes problemas existenciais nos fazem refletir sobre problemas da nossa vida.


-Viver VIRTUOSAMENTE

Filosofar aqui é viver com sabedoria, "sábio é aquele que se torna um exemplo das virtudes apreciadas e é tomado como um ponto de referencia.


-Filosofar ocidental
A partir daí as pessoas passaram a ver o ser humano a natureza e as divindades com um olhar crítico.A filosofia questiona os fundamentos da cultura.


Mito x filosofia



Quando as pólis conheceram a apogeu econômico, político e cultural, m foi exatamente nesse período que surgiu na cultura grega o conflito entre mito e filosofia.
O mito e a filosofia são nas formas que o homem utiliza pra explicar os acontecimentos da vida. Ao buscar essas explicações o homem está tentando organizar sua cultura.
As interpretações criadas pelo mito foram adquirindo autoridade pelo fato de serem antigas, esconde interesses de classes e podem ser manipuladas por aqueles que tem poder.
Em virtude do desenvolvimento dos contatos culturais com os outros povos os gregos sentiram necessidade de uma linguagem universal. O mito já não satisfazia as necessidades culturais da época, então surgiu a linguagem filosófica baseada na razão para tentar substituir o mito.



Os pré-socráticos



São nos filosofos que viveram antes de Sócrates,filósofo que abre uma nova fase da filosofia. - Os sofistas
Eram professores ambulantes, que cobravam pelos seus ensinamentos.
- Sócrates
Patrono da filosofia, e dividiu-a em antes e depois dele:filósofos anteriores pré-Sócraticos, e posteriores de pós-Sócraticos.
- Platão Um dos maiores pensadores da hitória da filosofia. Discípulo e amigo de Sócrates e retoma seus conceitos e valores do mestre.
- Aristóteles
Discípulo de platão, dele herdamos dele o modo de pensar o modo de agir, organizar os conhecimentos e a compreensão da realidade.



Os novo conceito de verdade

Na época do surgimento da filosofia do surgimento da filosofia,aceitava-se como verdade o que a tradição,e os deuses determinavam.

Os primeiros filósofos um novo conceito de verdade,uma verdade tão bem fundamentada que ninguém pudesse refutá-la.Ela deveria liberar o povo da autoridade arbitrária. A verdade procurada teria de ser um conhecimento definitivo necessário e absoluto.


O novo conceito de natureza

A natureza é um conjunto de tudo que existe a existência das coisas faz com que elas sejam cognoscíveis.Não precisamos de intermediaria para contemplar sua existência.Filosofar é, admirar a realidade tal qual ela existe;é saber contemplá-la sem progetar nela temores místicos e crenças fantasiosas.


O novo conceito de responsabilidade

Graças a filosofia, os valores fundados na razão passam a orientar a vida das pessoas,individualmente e comunidade.Descobre-se aos poucos que a verdade liberta o homem.Filosofar desestabiliza, mexe com as estruturas sociais e politicas vigentes e convida cidadão. O filosofo é o cidadão mais ativo na promoção das mudanças sociais e politicas.

Ética e politica

É difícil acreditar que um homem está a dizer a verdade quando você sabe que mentiria se estivesse no lugar dele.



Ética?


É um conjuto de REFLEXÃO sistemática sobre a moral, elaboradas no curso da história.



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Será que podemos mudar a realidade do mundo?

sábado, 20 de junho de 2009

conhecer ou não conhecer, eis a razão

"O conhecimento chega, mas a sabedoria demora." (Alfred Tennyson)


Sujeito e objeto do conhecimento

Os seres vivos tem potencialidade que se desenvolvem segundo seu necessidades de sobrevivência.Eles se adptam as condições do meio em que vivem.Além de algumas características comums aos seres vivos, o homem tem a capaciade de pensar o que lhe possibilita conhece a realidade.Conhecer a realidade significa compreendê-la e explicá-la.Os dois elementos básicos do conhecimento humano:um sujeito e um objeto.O homem só se torna sujeito da realidade quando está diante doa objeto a ser conhecido e a realidade só se torna objeto do conhecimento perante um sujeito que queira conhecê-la.

Principais teorias do conhecimento

Quase todos filósofos reconheceram ao duas formas de conhecimento o sensível, em que predomina a atividade dos sentidos e o intelectivo,em que predomina a atividade do intelecto.


PLATÃO:o mundo das idéias
Segundo Platão, para conhecer algo,para buscar a verdade,é necessário ir além das sençações imediatas.é necessário atingir a essência do objeto a ser conhecido.E isso só pode ser feito pela alma do homem,pelo seu interior ,ele explica sua teoria pelo mito da caverna onde descreve a existência de dois mundo: o mundo das idéias,inundado pela luz do sol e o mundo sensível formado pela sombra dos objetos reais.Esses dois mundos criados por Platão simbolizam as maneiras como o homem pode adquirir o conhecimento.

ARISTOTELES: A essência do objeto

Para aristoteles, os dados iniciais do conhecimento são originários dos objetos sensiveis. Estes são capitais pela capacidade sensitiva da alma, exercida pelos cinco sentidos externos, e pelos três sentidos internos.

OCKHAM : Conhecimento imediato dos objetos

Opõe-se a Aristoteles ao afirmar que o conhecimento humano é intuitivo, imediato, e se dá exclusivamente apartir do contato do sujeito com o objeto singulares, individuais. O conhecimento intelectivo, é construido pelo intelecto do sujeito, até mesmo independênte do contato ou existência dos objetos sensiveis, como demonstra a imaginação e a fantasia.

BERKELEY: Sem interferência de objetos

Afirma que existir é ser conhecido, ou seja, as coisas que existem não podem provocar conhecimento, pois são passivas e inertes. É o intelecto do sujeito, que em contato com os objetos, produz o conhecimento.

KANT: Formas e matérias

Acredita que o conhecimento é composto de forma e matéria. A forma é um elemento a priori, isto é, já existente no sujeito antes do seu contato com o objeto.
A matéria é um elemento a posteriori, isto é, baseado na experiência, e é provido pelos objetos.

HEGEL: Tese, antitese e síntese

Afirma que o racional é real, e o real é racional, ou seja, realidade e pensamento são a mesma coisa. O conhecimeto da realidade é contruido pelo sujeito.
O método adotado para percepção da realidade- pensamento é a dialética, que desenvolve três momentos: Tese, antitese e síntese.

PIAGET: Experiência pessoal

O contato inicial com o objeto se dar por meio da percepção do sujeito. Apercepção é uma experiência dupla: De um lado, dependem das caracterisca do estimulo que vem do objeto e que ativam os sentidos;De outro, dependem das experiências sensoriais, afetivas, racionais, vivênciadas pelo sujeito. Tais experiências constroi no sujeito a capacidade para dar significados a objetos. O ocnhecimento é portanto uma experiência pessoal, uma vez que diante do mesmo objeto, sujeitos distintos, se apresentariam com experiências distintas.

HUSSERL: Os fenômenos

Afirma que a diferença entre os objetos e o aquilo que aparce do objeto para o sujeito. O objeto que aparece a conciência de um sujeito é o fenômeno. Fenomenologia é o método pelo qual podemos descrever os fenômenos.

Conhecimento sensorial ou empiríco

Como ocorre com qualquer outro animal, o primeiro contato do homem com a realidade se dá pelos cincos sentidos. O universo dos objetos físicos é, pois, conhecido pela sensação de suas características. O sujeito cognocente estabelece com eles uma relação física apoderando-se de suas propriedades sensiveis.

Conhecimento lógico ou intelectual.

Diferente dos outros animais, o homem consegue ultrapassar os dados, capturtados pelo sentido. O homem tem a capacidade de abstrair, de conservar imagens dos objetos que aprendeu, mesmo sem tê-los mais presentes. Apartir das imagens, o homem raciocina combinando-se e tirando conclusões.
Conhecimento de fé

A objetos da realidade cujas propriedades escapam tanto a nosso sentido quanto ao nosso raciocinio, a crença consiste na aceitação dos dados, na forma, como outras pessoas os propõe. O conhecimento de fé basea-se na autoridade terceiros. Constitui um voto de confiança no que os outros afirmam.

Distorção do conhecimento

São dois modos do racíocinio, o indutivo e o dedutivo. Raciocíonio indutivo, é amplamente ultilizado pela ciêcias experimentais. Raciocínio dedutivo parte de uma lei universal consederada válida para determinadoo conjunto, basea-se na verdade contida nas proposições e premissas.

Conhecer para satisfazer a curiosidade

é o espanto, a surpresa perante o novo, perante o novo que desencadeia nossa atividade intelectual. Como seres racionais, impõe-se a nós a necessidade de entender, de ter uma explicação. Essa necessidade ja se faz sentir na conhecida curiosidade infantil.

Conhecer para se sentir seguro

O espanto perante o novo gera angústia por não sabermos como nos afeta a realidade desconhecida. Nossa segurança psicológica baseia-se na possse de informações objetivas que nos permite dominar a realidade a nossa volta. A desinfomação e a falta de insentivo ao conhecimento aa reflexão e analise constitui a forma mais cruel de manter o homem a sociedade interna assustados e angútiados a sua ignorância.

Conhecer para transformar

Conhecer é, para o homem uma questão de sobrevivência, pois os seres vivos para sobreviver, se adaptam ao meio. Conhecendo o meio o homem se adapta a ele e o transforma.


O desafio da liberdade

A importancia da liberdade

A liberdade sempre foi uma questão fundamental da hitória e da humanidade.Na antiguidade, o preço da derrota de um povo, em guerra com o outro mostra a escravidão. Na idade moderna, tivemos a escravidão do negros africanos, que no Brasil durou mais de três séculos. O sofrimento porque passaram eram tão atroses que muito se suicidaram; outros fugiram para o interiro de um território, onde formaram povoações.Enfim, a liberdade, tem sido motivo de tragédia e heróicas e batalhas.


O que é liberdade?


" Liberdade essa palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que entenda"


A liberdade não é explicada mais é entendida.Há mais de dois milênios os filosofos vem refletindo sobre o conceito de liberdade e ainda não conseguiu chegar a uma definição unanime.O conceito de liberdade é complexo.



Os limites da liberdade


Não existe liberdade zero. Por mais escravizada que se encontra a pessoa, sempre lhe sobra algum poder de escolha, nunca lhe faltará a possibilidade de dizer sim ou não, revelar a aprovação ou rejeição apenas pela espressão do rosto. Até pelo pensamento, é posssivel exercer Também não há, liberdade infinita. Ninguém pode escolher tudo.

A liberdade como conquista



A conciêcia moral depende da conciêcia psicológica, antes de podermos julgar sobre o bem e o mal, temos conciência de nossos atos, sentimo-nos autores de nossas ações.A liberdade não é uma dadiva, algo que recebemos sem esforço ao contrario, ela é uma conquista que pode conduzir a outras conquistas, um caminho que pode levar a outros caminhos, com novo obstaculos e horizontes.

Livres com os outros

O exercício da liberdae se realiza com o outro, na interação social, na verdadeira politca , na luta pela justiça, pela igualdade dos direitos essenciasis, pela solidariedade, o individualismo enfraquesse nossso poder de ação.


Liberdade e Responsabilidade


O termo responsabilidade pode ser sinônimo de cumprimento de deveres. Em filosofia, responsabilidade constitui a consequencia necessaria. O ato livre é necessariamente um ato pelo qual se deve responder. Racional e livre, ele tanto constroi como destroi. As vezes o mesmo homem, salva com uma das mãos e mata com a outra. É a propria liberdade que nos oferece a possibilidade de corrigir o mal uso que fazemos dela. O determinismo absoluto
É o que predomina principio da causalidade, que supõe ainda uma correspondência necessaria entre caus e efeito, por exemplo,uma determinada causa sempre produz determindao efeito.

Fatalismo

Denomina-se fatalismo ou destino a crença que os fatos de nossa vida dependem não do exercicio de nossa liberdade, mais da vontade de forças superiores, ou desus.É comum encontrar pessoas fatalistas após tragédias como enchentes e mortes, a sempre alguém para justificar:"tinha de acontecer,era o destino,estava escrito.A crença no destino nega radicalmente a liberdade humana e é malefica para a sociedade.Se não existe liberdade não existe sociedade.Os adeptos do fatalismo ignoram que os homens é que constroem e destroem .


Acepções da liberdade

Os atos livres implicam a decisão soberana da inteligência e da vontade .Por isso temos de responder por eles Para Sartres a liberdade que qualifica o homem antes de tudo.Não é possivel não ser livre.Mas o homem não age sempre de acordo com responsabilidade que decorre de sua condição livre.Pode usa de má -fé, degradar-se mente para si mesmo.

A boa e a má escolha

Fazemos escolha desde o amanhecer ate a noite.Mas nem sempre as escolhas são fáceis e dentre as alternativas escolhemos a que consideramos melhor ou a menos ruim pra nós.Hoje a escolha do bem, é seriamente prejudicada pelo excesso de informações.Muitas dessas informações tem objetivos mercadológicos,fazendo-nos desejar coisas que não precisamos,mas que o mercado desja vender.

Amor

"O homem não morre quando deixa de existir, mas quando deixa de amar."

A necessidade do amor

Ao tomar conhecimento de si mesmo, o ser humano percebeu que é diferrente dos outros seres vivos por ter consciência e liberdade, então passou sentir solidão que o acompanha com a individualidade, com isso sentiu a necidade de se relacionar com o mundo exterior. O amor é o meio procurado pelo ser humano para vencer o isolamento.
Sem amor o ser humano torna-se árido incapaz de sensibilizar com as tragédias da vida.

O que é o amor?


O amor é mutio diferente de paixão, a paixão é passageira enquanto o amor é duradouro e cresce com a vivência, é uma conquista gradual do par. O amor é uma força de aproximaçao união envolvimento e responsabilidade. Ser amoroso, é uma característica de cada um, vem desde o seio materno.

Formas de amor


O amor é uma vivecia que se manifesta de varias maneiras.

Erótico

Quando se fala em amor, pensa-se logo em amor erótico, porque essa forma de amor envolve o desejo, a busca de fusão e o desenvolvimento a dois. O amor erótico é muito forte, porque presupõe o retorno do sentimento vivido: É um dar e receber, que se manifesta no prazer eda convivência co m o outro, tanto no plano físico quanto psicológico .

Amizade

Um amigo sempre ouve o que dizemos e compreende o que não sabemos dizer, não esta sempre de acordo conosco e nos obriga a pensar honestamente e nos ama mesmo que façamos asneiras. A amizade é a forma mais abrangente do amor é um apelo e uma resposta existencial, esse apelo do meu eu ao outro e do outro a mim. Os amigos compartilham a vida com sua angústias e alegrias.

Amor Suplementar

A beleza da relação homem-mulher está no encontro dos seres autonomos e independentes. Muitos homens e mulheres em função de sua imaturidade criam relação de dependência que fragilizam a união.Um procura no outro o que lhe falta ou que gostaria de ser, em lugar de desenvolver ao maximo suas potencialidades. O amor é entao apenas complementar, quando na verdade deveria ser suplementar.
O problema dos papéis

Apesar do amor ser uma relação entre iguais, tem-se manifestado quase sempre como dependência e do dominação. Ao se assumir como macho o homem cria a dominação e a mulher ao aceitar o machismo cria dependência. Da mesma maneira que o homem despreza o lado feminino, a mulher foi condiconada a desprezar seu lado masculino. A anseção da mulher como ser autonomo confudiu o homem, provocando insegurança na identidade masculina.
O problema da rotulagem

O rotulo é outra dificuldade da convivência humana e nas relações homem-mulher. Rotular uma pessoa é vê-la sob um unico aspecto, o rotulo é uma forma de expressão que torna previsivel a relação a dois, impedindo a possibilidade de crescimento pessoal. A pessoa rotulada tente incorporar o rotulo inibindo suas potencialidades, superar esse processo devolve a pessoa liberdade de ser ela mesma.

O macrocosmo do amor

A sociedade neo-liberal permite que industruia da diversão e a propaganda explorem o amor erótico. A mídia associa o desejo sexual a objetos neutros, procurando erotizalos. A sociedade neo-liberal investe no amor erótico porque nele encontra um excelente meio de atingir seu objetivo: vender.

A deserotização do erótico

O apelo sexual esta sempre presente na propaganda. A propaganda parece erotizar os objetos ao liga-los a imagens de homens e mulheres belas, ricos e sedutores. Tudo parece erotizado, mais é só aparência porque o que ocorre na realidade á desorotização do erótico, trata-se de provocar uma banalização do sexo, desvinculando dos projetos e da afetividade de cada um.


Egoísmo e narcisismo

O egoísmo caracteriza-se como ausêncide auto-estima. O individuo egoísta ama sobretudo a si mesmo, e valoriza-se ao extremo. Trata-se de uma pessoa carente que procura retirar do outroas aquilo que lhe falta. O egoísto não sabe coniver de maneira sadia, pois transforma os outros em apêndices de seus desejos, o egoísmo é um traço sombrio do instinto de sobrevivência.

Amor apelo de humanização

Vida sem amor é morte, porque só o amor pode criar o mundo humano. Sem amor veremos os demais seres como objetos como coisas, e as coisas são determinadas pela soma de suas caracteristica.Portanto, considerar o outro a soma de suas qualidades e defeitos, algo pronto e acabado é enquadralo como objeto e ignorar suas possibilidades e alteridade.

Indivíduo x sociedade

" O bem-estar que deveria ser de todos torna-se privilégio de poucos."







-Há que explicar o social

As regras da vida coletiva que tendem a se sobrepor á vontade dos indivíduos levam os estudiosos a indagar se é possível haver equilibrio nas relações entre o indivíduo,a sociedade,a cultura e a natureza.
A cultura e a sociedade permitem a realização dos indivíduos,enquanto as interações entre eles sedimentam a cultura e auto organizam a sociedade.Os indivíduos são considerados livres e iguais perante a lei.Na sociedade capitalista,impera da iniciativa privada,a competição entre as forças individuais,e tudo é comercializado,até mesmo as relações pessoais.Essa valorização do indivíduo,fruto do liberalismo econômico,veicula uma concepção de liberdade que favorece o controle social.


- As desigualdades sociais

Alguns lucram,outros recebem salários.As diferenças atingem os trabalhadores,capacitados ou não,em todos os níveis profissionais.Elas são mais evidentes nos países pobres e entre os emigrantes nos países ricos.Quando a diferença social passa por processos que radicalizam,como a concentração de renda e poder,ela se transforma em desigualdade.Na esteira das desigualdades sociais surgem as discriminações e deparamos com os preconceitos sociais.


O senso comunitário

-indivíduos e cidadão


O homem hoje se encontra no cruzamento de duas vias: a vida privada e a publica. Nessa esquina,ele vive a duplicidade de sua natureza scial: a de ser individuo e cidadão. Os sinais desse trânsito simuntâneos: compõem-se de direitos e deveres sociais.Indivíduo e cidadão são realidades inseparáveis. Os indivíduos,como membro de uma nação,tornam-se cidadãos,isto é, são capazes de participar da vida politica de uma colitividade.Ao compartilhar o mesmo território os individuos-cidadãos exercitam reinidicações por melhores condições de vida. É o aprendizado e a conquista da cidadania.


-Da inconsciência a desproteção

Vivemos em uma sociedade sem condições minima de vida comunitária.Em busca da cidadania muitas vezes nos sentimos excluidos das coisas que deveriam ser compartilhadas. A inconsciência social é um fenômeno de reciprocidade: os individuos valorizam pouco a sociedade, e a sociedade descuida do cidadão.No Brasil muitos problemas atingem a população como: abandono das escolas,corrupção, a crescente mortalidade. Há ocasiões em que os individuos atropelam as leis e fazem justiças com as proprias maos, nesse momento colocam em choque a concepção de justiça.

-Alternativas para o convivio

Hoje quase todas as soluções propostas para os problemas da sociedade implicam mudança na convivência.Nem sempre são propostas revolucionárias, nem pretendem mudar a extrutura de classes. Limitam-se a pregar reformas na economia e na organização do poder politico.A insatisfação dos individuos e o crescimento da pobreza preocupam os pensadores sociais.Eles desejam a sociedade cujo pensamento, pratica e valores estejam baseados em objetivos politicos que se estendam a cada individuo.Nessa sociedade cada um exercerá sua capacidade e desição e conquistará a propria liberdade, com auxilio dos outros.








Individuo e sociedade


"O individuo e sociedade são fenômenos que se integram pois a vida humana é convivência."



Viver é conviver

O homem é um animal social, ao nascer o individuo recebe uma herança cultural, o que condicionado pela cultura em que convive, e o processo de assimilação da cultura, é chamado de socialização.
Somos produtos e produtores da sociedade responsaveis, pelas condiçoes em qu vivemos.

Desenvolvemos técnicas para medir nossas relações com outra pessoa e com a natureza, mas nem sempre as técnicas nos trazem beneficios.

Apropriamos-nos da natureza conduzidas por interesse imediatos, sem levar em conta a necessidade do planeta.


Nós e os outros


Dependemos da natureza para sobreviver e da sociedade para nos desenvolver.Somos seres dependentes e associativos, temos dificuldades de viver sozinhos.

É em contraste com os outros que firmamos nossa individualidade, somos especiais e inconfundíveis.


Conviver é difícil


O fato de sermos socializados não significa dizer que estamos sociáveis o tempo todo. Ao interagir concordamos e discordamos o tempo todo.

Vários meios facilitam o relacionamento entre as pessoas, como cartas, Internet, telefone..., hoje as relações sociais tendem a ser:

-Mais impessoais

-Ultilitárias

-Formais e contratuais

-Realísticas

-Especializadas


Conviver com as diferenças


Existem conflitos entre classes sociais entre grupos étnicos e nas relações trabalhistas. A tensão esta presente no relacionamentos. No convívio, expomos nossas diferenças individuais e estamos expostos a desigualdade resultante da divisão em classe.

A convivência enfrenta ainda o problema da competição isso gera um crescente individualismo na sociedade e torna difícil conviver.


Como se institui o social


Ao nascer, o individuo encontra a vida organizada, para sobreviver os homens produzem coisas, elaboram ideias aprovam formas de vida em comum, dando origem as instituições sociais: família, religião,etc.

As instituições surgem para atender as necessidades, como saúde, educação. Somos criadores da vida social.


O social nos atrai


Tudo que envolve o ser e o fazer coletivo exerce atração sobre nós, temos a necessidade de nos sentir valorizados, de esta atualizados e prática aceitas na cultura em que vivemos. Esse fenômeno é visível na sociedade, que atribui a importância excessiva aos bens materiais.A força consumista é um aspecto do social que exerce atração e por vezes impede que percebamos o carater capitalista da sociedade contemporânea


A pressão social


É a força que tanto pode a nos induzir a consumir um produto da moda , como nos deixar inseguro diante da fala ou simples presença de autoridade e personagens sociais. No entanto a pressão social não é apenas uma coerção física ou psicológica, nossas relações sociais são frutos de um conhecimento acumulado e experiências mutuas.